A Maternidade Evangelina Rosa possui 200 leitos para atendimentos de gestante, mas sua taxa de ocupação é superior a sua capacidade total. Segundo a direção geral da maternidade, o ideal para atender toda a demanda estadual é acrescentar, no mínimo, mais 50 leitos, para que a assistência às gestantes seja mais cômoda.
A situação de lotação se agravou nos últimos dois meses com o fechamento da Maternidade Estadual Alarico Pacheco, em Timon, Maranhão, já que todas as mulheres em trabalho de parto da cidade vizinha vêm para Teresina, sobrecarregando a demanda da Evangelina Rosa.
Apesar da capital possuir quatro hospitais municipais com maternidades, mais de 70% dos atendimentos da Evangelina Rosa são de pacientes da capital. Os demais atendimentos, 30% são de gestantes do interior do Piauí e de outros estados do Nordeste, a maioria vinda do Maranhão e de municípios próximos do Ceará.
A rotatividade das internas é o que garante fluxo de pacientes nos leitos. Por mês, são realizados mais de 1.300 atendimentos, sendo em torno de 40 atendimentos diários.


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